Desenvolvimento/FAQs/FAQ sobre debug

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Geral

Como evitar o Dr. Konqi?

Você deve configurar a variável de ambiente KDE_DEBUG (para 1 ou qualquer outro valor).

Para restaurar o Dr. Konqi, remova a variável de ambiente KDE_DEBUG.

Exemplo:

  • Para evitar o Dr. Konqi:
export KDE_DEBUG=1
  • Para ver o Dr. Konqi:
unset KDE_DEBUG

Como mudar o Dr. Konqi para o modo de desenvolvedor?

Edite o arquivo $KDEHOME/share/config/drkonqirc e adicione o seguinte:

[drkonqi]
ConfigName=developer

O que é um core file? Como obtê-lo?

Um core file é uma imagem da memória no momento em que sua aplicação quebrou. Utilizando este arquivo, você pode determinar quais variáveis estavam configuradas e em que ponto a aplicação quebrou.

Algumas distribuições desativam a produção de core files. Para ativa-los novamente, utilize o comando ulimit -c unlimited.

Após obter o core file de um crash, você pode examina-lo com o comando gdb nomeapp core. Isso fará o gdb abrir o core file para a aplicação fornecida. Um vez no prompt do gdb, o comando mais útil é bt, que produz um backtrace do crash. Para mais informações sobre o uso do gdb, veja esta página

Quais ferramentas estão disponíveis para depurar minha aplicação?

  • kDebug() (kdDebug() no KDE3) são maneiras simples, porém eficientes de depurar uma aplicação.
  • gdb, o depurador GNU, é a maneira mais rápida de executar a aplicação passo-a-passo e investigar suas variáveis (são recomendadas as versões do gdb >= 6.x)
  • Valgrind
  • kdbg é um frontend gráfico para o gdb com interface KDE. Suporta diversos tipos Qt (incluindo QString) .
  • Rastreador de vazamentos de memória: Veja kdesdk/kmtrace. O README explica o processo.
  • qdbus e dbus-viewer, do Qt permitem navegar e efetivar chamadas pelo barramento DBus.

Verifique esta página no kdesdk, há muitos scripts úteis lá.

Como faço para exibir um QString no gdb?

Baixe o kdesdk, e adicione a seguinte linha ao seu ~/.gdbinit :

source /caminho/para/fontes/do/kdesdk/scripts/kde-devel-gdb

Você poderá então utilizar printqstring myqstring no gdb para ver seu conteúdo. Por exemplo, QString myqstring = QString::fromLatin1("contents"); pode ser examinada usando

(gdb) printqstring myqstring
$1 = "content"

Veja o arquivo kde-devel-gdb para descobrir outras macros definidas.

Eu não tenho nenhum símbolo quando depuro uma aplicação que utiliza uma kpart, o que devo fazer?

Você deve parar imediatamente após a main para carregar os símbolos de depuração da biblioteca compartilhada. Depois disso, você pode depurar normalmente. Também é possível criar uma macro para o gdb, de forma que ele pare assim que a parte for carregada. Para o kword, por exemplo, eu utilizo:

define startkword
break main
run
break 'KoDocument::KoDocument(int, QWidget *, char const *, 
                       QObject *, char const *, bool)' cont

Como depuro um ioslave?

Veja depurando ioslaves

Por que minha conexão entre sinal e slot não está funcionando?

Aqui estão alguns passos que você pode seguir parar descobrir o motivo da sua conexão sinal/slot não estar funcionando (por algum motivo o slot não é chamado).

1) Verifique se o connect() não imprime algum alerta no console durante a execução.

Se imprimir, verifique se a macro Q_OBJECT foi utilizada, se os nomes dos parâmetros não estão no connect, se os tipos dos parâmetros são compatíveis, se o slot está definido e se o moc foi compilado.

1b) Ou você pode simplesmente verificar o que o connect retorna como um bool. Note que isso não fornecerá a mensagem de erro. 2) Verifique se o sinal foi realmente emitido 3) Verifique se o receptor não foi deletado antes de receber o sinal 4) Verifique se emissor->signalsBlocked() retorna false


Especificidades do KDE 4

Há uma maneira preferencial para imprimir dados de depuração na stderr?

Sim, utilize kDebug():

#include <kdebug.h>
kDebug() << "KMyApp just started";

A sintaxe é muito parecida com a do cout, você pode utilizar muitos dos tipos nativos entre o "<<". Isso irá imprimir uma mensage de depuração, a qual será automaticamente desativada na versão final (pelo --disable-debug). Caso você queira que a mensagem permaneça na versão final, por ser um alerta ou erro, utilize kWarning() ou kError().

Components and libraries are advised to use a debug area number, as in kDebug(1234). For this, the number must be registered in kdelibs/kdecore/kdebug.areas. Debug areas make it possible to turn off or on the debug output for specific area numbers, using the kdebugdialog program, which is part of kdebase. kdebugdialog --fullmode also permits to control where to log debug output. It is usually not necessary to register area numbers for standalone applications, unless it's so complex that you want to divide the output into several areas.

It is possible to omit the debug area number when calling kDebug by adding the following code to your top-level CMakeLists.txt:

add_definitions(-DKDE_DEFAULT_DEBUG_AREA=XXXX)

Para mais informações sobre isso, visite este artigo no blog do Allen Winter.

Para deixar claro: NÂO use qDebug, que não é desativado nas versões finais. Também é melhor evitar assert() ou kFatal(), que quebram a aplicação quando algo de errado ocorre, proporcionando uma experiência ruim ao usuário. É melhor detectar os erros, imprimir um kWarning() ou kError(), e recuperar-se quando possível.

Para obter timestamps na sua saída de depuração, que é muito útil para depurar aplicaçãos multi-thread, com acesso à rede, e que utilizam operações assíncronas, execute export KDE_DEBUG_TIMESTAMP=1 antes de executar sua aplicação. Desde KDE SC 4.5.


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