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Algumas distribuições desativam a produção de core files. Para ativa-los novamente, utilize o comando <code>ulimit -c unlimited</code>.
 
Algumas distribuições desativam a produção de core files. Para ativa-los novamente, utilize o comando <code>ulimit -c unlimited</code>.
  
Once you have a core file for a crash, you can examine it with gdb appname core . This will open gdb on the core file for the given application. Once at the gdb prompt, the most useful command is <code>bt</code> which generates a backtrace of the crash.
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Após obter o core file de um crash, você pode examina-lo com o comando gdb nomeapp core. Isso fará o gdb abrir o core file para a aplicação fornecida. Um vez  no prompt do gdb, o comando mais útil é <code>bt</code>, que produz um backtrace do crash.
For more information about how to use gdb, see [[Special:myLanguage/Development/Tutorials/Debugging/Debugging_with_GDB|this page]]
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Para mais informações sobre o uso do gdb, veja [[Special:myLanguage/Development/Tutorzials/Debugging/Debugging_with_GDB|esta página]]
  
===What tools are available to debug my application?===
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===Quais ferramentas estão disponíveis para debugar meu aplicativo?===
  
*kDebug() (kdDebug() in KDE3) calls are a simple but efficient way to debug an application.
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kDebug() (kdDebug() no KDE3) são maneiras simples, porém eficientes de debugar uma aplicação.
*gdb, the GNU debugger, is the quickest way to execute step-by-step and investigate variables (recommended versions are gdb >= 6.x)
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*gdb, o debugador GNU, é a maneira mais rápida de executar a aplicação passo-a-passo e investigar suas variáveis (são recomendadas as versões do gdb >= 6.x)
 
*Valgrind
 
*Valgrind
*kdbg is a nice graphical frontend to gdb with a KDE GUI. It has support for many Qt types (including QString).
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*kdbg é um frontend gráfico para o gdb com interface KDE. Suporta diversos tipos Qt (incluindo QString) .
*Memory leak tracer : See kdesdk/kmtrace. The README explains it all.
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*Rastreador de vazamentos de memória: Veja kdesdk/kmtrace. O README explica o processo.
*qdbus and dbus-viewer from Qt allow to browse DBus interfaces and to easily make DBus calls.
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*qdbus e dbusviewer, do Qt permitem navegar e efetivar chamadas pelo barramento DBus.
  
Check [[Special:myLanguage/Development/Tools|this page]] and kdesdk, there are a bunch of useful scripts there.
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Verifique [[Special:myLanguage/Development/Tools|esta página]] no kdesdk, há muitos scripts úteis lá.
  
===How do I print a QString in gdb?===
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===Como faço para exibir um QString no gdb?===
  
Check out kdesdk, and add this line to your ~/.gdbinit :
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Baixe o kdesdk, e adicione a seguinte linha ao seu ~/.gdbinit :
{{Input|1=source /path/to/kde/sources/kdesdk/scripts/kde-devel-gdb}}
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{{Input|1=source /caminho/para/fontes/do/kdesdk/scripts/kde-devel-gdb}}
Then in gdb you can do <code>printqstring myqstring</code> to see its contents.
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Você poderá então utilizar <code>printqstring myqstring</code> no gdb para ver seu conteúdo.
For instance, <code>QString myqstring = QString::fromLatin1("contents");</code> can be examined using
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Por exemplo, <code>QString myqstring = QString::fromLatin1("contents");</code> pode ser examinada usando
  
 
{{Input|1=
 
{{Input|1=
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$1 = "content"}}
 
$1 = "content"}}
  
See the <tt>kde-devel-gdb</tt> file for the other macros it defines.  
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Veja o arquivo <tt>kde-devel-gdb</tt> para descobrir outras macros definidas.  
  
===I have no symbol when I debug an app that uses kpart, what should I do?===
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===Eu não tenho nenhum símbolo quando debugo um aplicativo que utiliza uma kpart, o que devo fazer?===
  
You must stop just after the main to load the debugging symbols of the shared library. After that, you can debug normally.  
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Você deve parar imediatamente após a main para carregar os símbolos de debug da biblioteca compartilhada. Depois disso, você pode debugar normalmente.
One can go as far as creating a gdb macro, to stop right after the part was loaded. For kword, by example, I use:
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Também é possível criar uma macro para o gdb, de forma que ele pare assim que a parte for carregada. Para o kword, por exemplo, eu utilizo:
 
{{Input|1=
 
{{Input|1=
 
define startkword
 
define startkword
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                       QObject *, char const *, bool)' cont}}
 
                       QObject *, char const *, bool)' cont}}
  
===How do I debug an ioslave?===
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===Como debugo um ioslave?===
  
See [[Development/Tutorials/Debugging/Debugging IOSlaves|debugging ioslaves]]
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Veja [[Development/Tutorials/Debugging/Debugging IOSlaves|debugando ioslaves]]
  
=== Why isn't my signal and slot connection working? ===
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=== Por que minha conexão entre sinal e slot não está funcionando? ===
  
Here are some steps that you can use to troubleshoot why your signal/slot connection is not working (your slot does not get called for some reason).
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Aqui estão alguns passos que você pode seguir parar descobrir o motivo da sua conexão sinal/slot não estar funcionando (por algum motivo o slot não é chamado).
  
1) Verify that the connect() doesn't print a warning to the console at runtime.
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1 Verifique se o connect ( ) não imprime algum alerta no console durante a execução.
  
If it does, check that you wrote Q_OBJECT, that the parameter names are not in the connect, that the parameter types are compatible, and that the slot is defined, and that the moc was compiled.
+
Se imprimir, verifique se a macro Q_OBJECT foi utilizada, se os nomes dos parâmetros não estão no connect, se os tipos dos parâmetros são compatíveis, se o slot está definido e se o moc foi compilado.
  
1b) Or you can just check to see what connect() returns as a bool. Although this won't give you the error message.
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1b Ou você pode simplesmente verificar o que o connect ( ) retorna como um bool. Note que isso não fornecerá a mensagem de erro.
2) Verify that the signal is indeed emitted
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2 Verifique se o sinal foi realmente emitido
3) Verify that the receiver isn't already deleted at that time
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3 Verifique se o receptor não foi deletado antes de receber o sinal
4) Verify that emitter->signalsBlocked() returns false
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4 Verifique se emissor ->signalsBlocked( ) retorna false
  
  
==KDE 4 specific==
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==Especificidades do KDE 4==
  
===Is there a preferred way to print debug output on stderr?===
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===Há uma maneira preferencial para imprimir dados de debug na stderr?===
  
Yes, you must use kDebug():
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Sim, utilize kDebug():
  
 
<syntaxhighlight lang="cpp-qt">
 
<syntaxhighlight lang="cpp-qt">
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</syntaxhighlight>
 
</syntaxhighlight>
  
The syntax is much like cout, you can use many native types between the "<<". This will print out a debugging message, which will automatically be turned off at release time (by <tt>--disable-debug</tt>). In case you want the message to still be there during releases, because it's a warning or an error, use <tt>kWarning()</tt> or <tt>kError()</tt>.
+
A sintaxe é muito parecida com a do cout, você pode utilizar muitos dos tipos nativos entre o "<<". Isso irá imprimir uma mensagem de debug, a qual será automaticamente desativada na versão final (pelo <tt>--disable-debug</tt>). Caso você queira que a mensagem permaneça na versão final, por ser um alerta ou erro, utilize <tt>kWarning()</tt> ou <tt>kError()</tt>.
  
Components and libraries are advised to use a debug area number, as in kDebug(1234). For this, the number must be registered in kdelibs/kdecore/kdebug.areas. Debug areas make it possible to turn off or on the debug output for specific area numbers, using the {{program|kdebugdialog}} program, which is part of kdebase. <tt>kdebugdialog --fullmode</tt> also permits to control where to log debug output. It is usually not necessary to register area numbers for standalone applications, unless it's so complex that you want to divide the output into several areas.
+
É recomendado que componentes e bibliotecas utilizem uma número de área de debug, por exemplo kDebug(1234). Para isso, o número deve ser registrado em kdelibs/kdecore/kdebug.areas. As áreas de debug tornam possível ativar e desativar a saída de debug para áreas específicas utilizando o programa {{program|kdebugdialog}}, que é parte do kdebase. O <tt>kdebugdialog --fullmode</tt> também permite controlar onde a saída de debug será escrita. Normalmente não é necessário registrar números de área para aplicativos independentes, exceto quando elas são tão complexas que você queira dividir sua saída em múltiplas áreas.
  
It is possible to omit the debug area number when calling kDebug by adding the following code to your top-level CMakeLists.txt:
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É possível omitir o número da área na chamado ao kDebug adicionando o seguinte código no seu CMakeLists.txt principal:
  
 
<code>
 
<code>
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</code>
 
</code>
  
For more information, about this, see [http://www.kdedevelopers.org/node/3171 Allen Winter's blog post].
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Para mais informações sobre isso, visite [http://www.kdedevelopers.org/node/3171 este artigo no blog do Allen Winter].
  
To make it clear: do NOT use <tt>qDebug()</tt>, this one does not get disabled at releases. Also avoid using <tt>assert()</tt> or <tt>kFatal()</tt> which lead to a crash when something goes wrong and that is not a nice experience for the user. Better detect the error, output a <tt>kWarning()</tt> or <tt>kError()</tt>, and recover if possible.
+
Para deixar claro: NÃO use <tt>qDebug</tt>, que não é desativado nas versões finais. Também é melhor evitar <tt>assert()</tt> ou <tt>kFatal()</tt>, que quebram o aplicativo quando algo de errado ocorre, proporcionando uma experiência ruim ao usuário. É melhor detectar os erros, imprimir um <tt>kWarning()</tt> ou <tt>kError()</tt>, e recuperar-se quando possível.
  
To get timestamps with your debug output, which are useful for debugging multi-threaded, networked and asynchronous operations, <tt>export KDE_DEBUG_TIMESTAMP=1</tt> before running your app. Since KDE SC 4.5.
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Para obter timestamps na sua saída de debug, que é muito útil para debugar aplicativos multi-thread, com acesso à rede, e que utilizam operações assíncronas, execute <tt>export KDE_DEBUG_TIMESTAMP=1</tt> antes de executar seu aplicativo. Desde KDE SC 4.5.
  
 
[[Category:FAQs]]
 
[[Category:FAQs]]
 
[[Category:Programming]]
 
[[Category:Programming]]

Revision as of 01:05, 23 November 2012

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Contents

Geral

Como evitar o Dr. Konqi?

Você deve configurar a variável de ambiente KDE_DEBUG (para 1 ou qualquer outro valor).

Para restaurar o Dr. Konqi, remova a variável de ambiente KDE_DEBUG.

Exemplo:

  • Para evitar o Dr. Konqi:
export KDE_DEBUG=1
  • Para ver o Dr. Konqi:
unset KDE_DEBUG

Como mudar o Dr. Konqi para o modo de desenvolvedor?

Edite o arquivo $KDEHOME/share/config/drkonqirc e adicione o seguinte:

[drkonqi]
ConfigName=developer

O que é um core file? Como obtê-lo?

Um core file é uma imagem da memória no momento em que sua aplicação quebrou. Utilizando este arquivo, você pode determinar quais variáveis estavam configuradas e em que ponto a aplicação quebrou.

Algumas distribuições desativam a produção de core files. Para ativa-los novamente, utilize o comando ulimit -c unlimited.

Após obter o core file de um crash, você pode examina-lo com o comando gdb nomeapp core. Isso fará o gdb abrir o core file para a aplicação fornecida. Um vez no prompt do gdb, o comando mais útil é bt, que produz um backtrace do crash. Para mais informações sobre o uso do gdb, veja esta página

Quais ferramentas estão disponíveis para debugar meu aplicativo?

kDebug() (kdDebug() no KDE3) são maneiras simples, porém eficientes de debugar uma aplicação.

  • gdb, o debugador GNU, é a maneira mais rápida de executar a aplicação passo-a-passo e investigar suas variáveis (são recomendadas as versões do gdb >= 6.x)
  • Valgrind
  • kdbg é um frontend gráfico para o gdb com interface KDE. Suporta diversos tipos Qt (incluindo QString) .
  • Rastreador de vazamentos de memória: Veja kdesdk/kmtrace. O README explica o processo.
  • qdbus e dbusviewer, do Qt permitem navegar e efetivar chamadas pelo barramento DBus.

Verifique esta página no kdesdk, há muitos scripts úteis lá.

Como faço para exibir um QString no gdb?

Baixe o kdesdk, e adicione a seguinte linha ao seu ~/.gdbinit :

source /caminho/para/fontes/do/kdesdk/scripts/kde-devel-gdb

Você poderá então utilizar printqstring myqstring no gdb para ver seu conteúdo. Por exemplo, QString myqstring = QString::fromLatin1("contents"); pode ser examinada usando

(gdb) printqstring myqstring
$1 = "content"

Veja o arquivo kde-devel-gdb para descobrir outras macros definidas.

Eu não tenho nenhum símbolo quando debugo um aplicativo que utiliza uma kpart, o que devo fazer?

Você deve parar imediatamente após a main para carregar os símbolos de debug da biblioteca compartilhada. Depois disso, você pode debugar normalmente. Também é possível criar uma macro para o gdb, de forma que ele pare assim que a parte for carregada. Para o kword, por exemplo, eu utilizo:

define startkword
break main
run
break 'KoDocument::KoDocument(int, QWidget *, char const *, 
                       QObject *, char const *, bool)' cont

Como debugo um ioslave?

Veja debugando ioslaves

Por que minha conexão entre sinal e slot não está funcionando?

Aqui estão alguns passos que você pode seguir parar descobrir o motivo da sua conexão sinal/slot não estar funcionando (por algum motivo o slot não é chamado).

1 Verifique se o connect ( ) não imprime algum alerta no console durante a execução.

Se imprimir, verifique se a macro Q_OBJECT foi utilizada, se os nomes dos parâmetros não estão no connect, se os tipos dos parâmetros são compatíveis, se o slot está definido e se o moc foi compilado.

1b Ou você pode simplesmente verificar o que o connect ( ) retorna como um bool. Note que isso não fornecerá a mensagem de erro. 2 Verifique se o sinal foi realmente emitido 3 Verifique se o receptor não foi deletado antes de receber o sinal 4 Verifique se emissor ->signalsBlocked( ) retorna false


Especificidades do KDE 4

Há uma maneira preferencial para imprimir dados de debug na stderr?

Sim, utilize kDebug():

#include <kdebug.h>
kDebug() << "KMyApp just started";

A sintaxe é muito parecida com a do cout, você pode utilizar muitos dos tipos nativos entre o "<<". Isso irá imprimir uma mensagem de debug, a qual será automaticamente desativada na versão final (pelo --disable-debug). Caso você queira que a mensagem permaneça na versão final, por ser um alerta ou erro, utilize kWarning() ou kError().

É recomendado que componentes e bibliotecas utilizem uma número de área de debug, por exemplo kDebug(1234). Para isso, o número deve ser registrado em kdelibs/kdecore/kdebug.areas. As áreas de debug tornam possível ativar e desativar a saída de debug para áreas específicas utilizando o programa kdebugdialog, que é parte do kdebase. O kdebugdialog --fullmode também permite controlar onde a saída de debug será escrita. Normalmente não é necessário registrar números de área para aplicativos independentes, exceto quando elas são tão complexas que você queira dividir sua saída em múltiplas áreas.

É possível omitir o número da área na chamado ao kDebug adicionando o seguinte código no seu CMakeLists.txt principal:

add_definitions(-DKDE_DEFAULT_DEBUG_AREA=XXXX)

Para mais informações sobre isso, visite este artigo no blog do Allen Winter.

Para deixar claro: NÃO use qDebug, que não é desativado nas versões finais. Também é melhor evitar assert() ou kFatal(), que quebram o aplicativo quando algo de errado ocorre, proporcionando uma experiência ruim ao usuário. É melhor detectar os erros, imprimir um kWarning() ou kError(), e recuperar-se quando possível.

Para obter timestamps na sua saída de debug, que é muito útil para debugar aplicativos multi-thread, com acesso à rede, e que utilizam operações assíncronas, execute export KDE_DEBUG_TIMESTAMP=1 antes de executar seu aplicativo. Desde KDE SC 4.5.


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